Minha esquisitisse chega a um ponto de olhar fumaça.
Banheiro imundo, all star branco botinha por cima da calça justa...acho que isso me lembra alguma coisa.
Eu sinto pulsando, batendo nas veias, sinto sair pela pele...sinto o cheiro.
É tudo esquisito, mas eu gosto da esquisitisse.
Ela é bipolar, ela é calma e agressiva...talvez seja a razão da minha insanidade...
Há tempos...quase não falo...
Quase não falo... só consigo ser irônica e sarcástica, observo tudo (mas isso é o sempre, sempre observo o máximo que posso, e sempre não consigo...pra ser necessário) , o ambiente é um pouco escuro e abafado. Tem cheiro forte de gente,olho um por um, gosto disso, tem uns medonhos que são ternos, muito sozinhos, muito ímpares...um que parece menino de escola com mangas de camisa xadrez deixadas pra lá , amarradas na cintura com bermuda e terninhos surrados e sua loucura ímpar.
...Um de cabelos curtos como gosto, me peguei horas olhando pra ele, sem traços bonitos, com óculos de sol john-rita-lee (ficava bem melhor sem óculos), com camiseta confotável e auto-produzida (o que querendo ou não ficava melhor sem ela também) , com calças justas e abertas e alls stars brancos porcos com bocas arreganhadas, dançava e se movia como um macaco, mas dava pra imaginar ele trepando, dava pra sentir, falava bem (do jeito que pra mim é bem)
...Outro, não quero fazer comentários
...Um casualmente interessante rato de esgoto que não se vê peloas ruas.
E em si uma massa heterogênea que me agradava muito. Se estivesse sozinha me sentiria bem do mesmo modo.
Me sentir como não me sentia a anos, sentir correr nas veias.
Ver a molecada se matando, querer se jogar, ver gente de bem e de mal (não coloco isso como rótulo, nem como característica, mas como traço...)
Ver que tem gente viva.
As caixas param de funcionar, as vozes param de berrar (por agora) e sobra um tiozinho bêbado batendo palmas e dizendo:-"cadê? Cabô?Mas, não para não", enquanto a mulher com cara de acabada chinga ele falando pra parar. Me diverti como pouco...o ambiente querendo ou não é acolhedor e confortável...afinal saimos todos do esgoto.
Ah! que vontade de chutar aquela cabeça caida; nos pés daquele moleque retardado; na calçada. Me sefurei, meu pensamento me segurou, foi forte pra segurar.
Hoje, volto pra casa a pé (isso não muda) e durmo feliz.
...espero mais...
Domingo.
[ouvindo - distillers]
Banheiro imundo, all star branco botinha por cima da calça justa...acho que isso me lembra alguma coisa.
Eu sinto pulsando, batendo nas veias, sinto sair pela pele...sinto o cheiro.
É tudo esquisito, mas eu gosto da esquisitisse.
Ela é bipolar, ela é calma e agressiva...talvez seja a razão da minha insanidade...
Há tempos...quase não falo...
Quase não falo... só consigo ser irônica e sarcástica, observo tudo (mas isso é o sempre, sempre observo o máximo que posso, e sempre não consigo...pra ser necessário) , o ambiente é um pouco escuro e abafado. Tem cheiro forte de gente,olho um por um, gosto disso, tem uns medonhos que são ternos, muito sozinhos, muito ímpares...um que parece menino de escola com mangas de camisa xadrez deixadas pra lá , amarradas na cintura com bermuda e terninhos surrados e sua loucura ímpar.
...Um de cabelos curtos como gosto, me peguei horas olhando pra ele, sem traços bonitos, com óculos de sol john-rita-lee (ficava bem melhor sem óculos), com camiseta confotável e auto-produzida (o que querendo ou não ficava melhor sem ela também) , com calças justas e abertas e alls stars brancos porcos com bocas arreganhadas, dançava e se movia como um macaco, mas dava pra imaginar ele trepando, dava pra sentir, falava bem (do jeito que pra mim é bem)
...Outro, não quero fazer comentários
...Um casualmente interessante rato de esgoto que não se vê peloas ruas.
E em si uma massa heterogênea que me agradava muito. Se estivesse sozinha me sentiria bem do mesmo modo.
Me sentir como não me sentia a anos, sentir correr nas veias.
Ver a molecada se matando, querer se jogar, ver gente de bem e de mal (não coloco isso como rótulo, nem como característica, mas como traço...)
Ver que tem gente viva.
As caixas param de funcionar, as vozes param de berrar (por agora) e sobra um tiozinho bêbado batendo palmas e dizendo:-"cadê? Cabô?Mas, não para não", enquanto a mulher com cara de acabada chinga ele falando pra parar. Me diverti como pouco...o ambiente querendo ou não é acolhedor e confortável...afinal saimos todos do esgoto.
Ah! que vontade de chutar aquela cabeça caida; nos pés daquele moleque retardado; na calçada. Me sefurei, meu pensamento me segurou, foi forte pra segurar.
Hoje, volto pra casa a pé (isso não muda) e durmo feliz.
...espero mais...
Domingo.
[ouvindo - distillers]
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