Em meio a tantos sorrisos maliciosos, sinto escorrer por mim uma gota de alguns devaneios que já passei.
As vezes parecem verão, as vezes inverno, as vezes não. Só sei que é forte como algo que sai do abdomem. E é como miha amiga; a gentil amante embrulada em 'pastiquinhos'; faz derreter, faz desfazer, faz borbulhar, e não andar, mas deslizar como que com pernas quebradas e seus encômodos. E eu não sei parar. Coisas que vão até o talo, eu gosto, eu as crio. E é bom poder rir de você, e é bom poder te olhar no sol, e é bom ficar lembrando de quanto você é idióta, e ao mesmo tempo sentir prazer de ter sido feita de idióta também.
Ah vulcãozinho!
Acho que uma nova bola de neve começa a rolar.
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